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HISTÓRIA

Em 1985 durante um Arraial de Nossa Senhora, na Casa Ilha da Madeira em São Paulo, a diretoria do então presidente Comendador Cesar Fernandes Rosa, na eminência de não ter um grupo de folclore para atuar neste arraial, constatou a necessidade de criar um grupo de folclore para chamar de seu.

Com o apoio dos mais velhos, pais e avós que tinham grande interesse em relembrar sua origem e perpetuar suas tradições se deu a mobilização e o início dos trabalhos incentivando as crianças que já acompanhavam seus familiares nas festas e convidando outras famílias a trazerem seus descendentes para construírem o grupo folclórico. Após mais de 1(um) ano de estudos, recolhas, ensaios, confecção de bandeiras, botas, trajes e alfaias de faina agrícola e doméstica, o grupo “mirim” estreia como Grupo Folclórico da Casa Ilha da Madeira em outubro de 1986 tendo como lema um ditado português deixado pelo professor Augusto dos Santos: - "Se o Jovem Soubesse e o Velho Pudesse, Não Haveria O Que Não Se Fizesse!".

Hoje, após 30 anos de trabalho reconhecidos na Ilha da Madeira, segue orientação da AFERAM e usa a designação de Folclore e Etnografia da Região Autônoma da Madeira, como um explicativo de suas atividades que envolvem desde a recolha etnográfica com algumas memórias e tradições orais trazidas pelos imigrantes até a atuação, representando a Ilha da Madeira do fim do século XIX e início do século XX.

 O grupo conta com 40 elementos de variadas etnias e idades entre os 5 anos do Joaquim Fernandes e os 93 da Clara Baptista que buscam, recolhem, entendem, respeitam e dão a conhecer as tradições da Região Autônoma da Madeira (descoberta em 1419).

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EQUIPE

Aline Cassiano Carezzato e
Pedro José Sardinha Gonçalves
Maria Vieira Sardinha Gonçalves
José Pedro Baptista Gonçalves
José Manuel Dias Bettencourt

Ensaiadores

Fundadora & Coordenadora

Direção Cultural

Presidente de Diretoria

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